Último ciclo expositivo de 2018 foi inaugurado no Centro Internacional das Artes José de Guimarães

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Até fevereiro de 2019

O último ciclo expositivo deste ano no CIAJG, com as exposições "Constelação Cutileiro" e "José Guimarães / Da dobra e do corte", vai estar patente ao público até fevereiro de 2019.

O Presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, esteve presente na inauguração e realçou a importância do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) para Guimarães e considera que a "mediação cultural com a educação" – através da Oficina - será o caminho para a afirmação no contexto local e regional, reafirmando ainda a necessidade de uma ampla reflexão para a projeção nacional e internacional.

Em representação da Oficina, Adelina Pinto, traçou o caminho para 2019 assente numa "forte componente na educação cultural" destacando uma "cultura indutora de mudanças" quer no contexto de escola como na sociedade. O caminho definido "terá bons resultados" releva Domingos Bragança ao "encetar com maior intensidade esta mediação cultural com educação". 

O Presidente do Município pretende ainda promover uma "reflexão" a fim de "termos um Centro de Arte contemporânea reconhecido em todo o mundo". "Sabemos que não é pela qualidade das exposições, quer permanentes quer temporárias, que a frequência do CIAJG não é aquela que desejaríamos que fosse. A quantidade dos visitantes é importante, mas não é essencial. O essencial é a qualidade das nossas exposições. No entanto, queremos ainda melhor e contamos com os contributos para as áreas em que podemos melhorar", salientou Domingos Bragança, contando com a participação de pessoas de Guimarães, a nível nacional e internacional, para fazer esta ampla reflexão.

Numa mensagem direcionada ao Governo, o autarca de Guimarães lamentou a falta de apoios financeiros para a promoção da cultura e arte na terceira Capital Europeia da Cultura em Portugal. "Bastava passar para a responsabilidade da Câmara de Guimarães a gestão do Paço dos Duques e do Castelo. É certo que são monumentos nacionais, mas o Mosteiro dos Jerónimos também é monumento nacional e está sob a competência e responsabilidade da Câmara de Lisboa", comparou Domingos Bragança.