Aquecimento global derrete 80 milhões de empregos até 2030

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Amazónia, pulmão da terra, arde há três semanas. A Islândia assinalou este mês, pela primeira vez na história, a morte de um glaciar ‘vítima’ das alterações climáticas. Os desastres naturais — tsunamis, cheias e incêndios de grandes dimensões — recorrentes estão a forçar a necessidade de olharmos para o planeta como um recurso finito. Num relatório recente, a Comissão Mundial sobre a Economia e o Clima, da Organização das Nações Unidas (ONU), defendia que em 2017, as alterações climáticas e o progressivo aquecimento global custaram à economia mundial cerca de 320 mil milhões de dólares (cerca de €267 mil milhões). Milhares de vidas perdidas e de postos de trabalho eliminados. O cenário poderá agravar-se nos próximos anos se o rumo atual não for invertido, alertam os especialistas. E a inversão pode passar por um modelo económico que contraria a teoria de que o crescimento é sempre positivo.