Roland Garros. João Sousa defronta Pablo Carreño Busta em busca do melhor registo de sempre

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O tenista vimaranense João Sousa terá como primeiro adversário em Roland Garros o espanhol Pablo Carreño Busta, que procurará eliminar para tentar alcançar e superar a segunda ronda, o seu melhor registo no segundo «Grand Slam» da temporada.

A solo em Paris, após o desaire de João Domingues na segunda ronda do «qualifying» e Pedro Sousa ter falhado o quadro principal por duas posições, o número um nacional e 70º colocado do «ranking» mundial volta a Paris, depois de há um ano ter ficado pela estreia, ao perder ante o argentino Guido Pella.

O vimaranense, de 30 anos, não tem sido feliz em Roland Garros – quatro vezes na segunda ronda como melhor – e também não passou a segunda ronda nos oito torneios do ano em terra batida, mas esteve bem nas duas últimas provas do «Grand Slam», atingindo os «oitavos» no US Open e a terceira ronda na Austrália.

Além das boas exibições nos dois «Majors», João Sousa conta com a teórica vantagem de defrontar na estreia o amigo Pablo Carreño Busta, número 56 da hierarquia ATP, que não vence um encontro desde janeiro.

O espanhol, ex-top 10 mundial e parceiro do jogador português em algumas provas de pares, contraiu uma lesão no ombro direito em fevereiro e só voltou à competição no ATP 500 de Barcelona, onde perdeu na primeira jornada, à semelhança do sucedido no Estoril Open e nos Masters 1.000 de Madrid e Roma.

Apesar de ter alcançado a terceira ronda há um ano e de ter chegado aos «quartos» em 2017, Carreño Busta está em desvantagem no confronto direto com João Sousa (2-1), embora nunca se tenham defrontado no «pó de tijolo».

Em caso de vitória, o vimaranense medirá forças na segunda ronda com o vencedor do duelo entre o australiano Alex de Minaur, 24º colocado ATP, e o norte-americano Bradley Klahn (88º ATP) para tentar superar o seu melhor resultado em Roland Garros, o torneio que distribui 42,5 milhões de euros em prémios monetários e vai decorrer entre 26 de maio e 09 de junho, em Paris.

A 90ª edição do Major parisiense, além de atribuir 2,3 milhões de euros a cada um dos campeões de singulares, vai apresentar um renovado «court» Philippe Chatrier, que foi demolido em 80 por cento e reerguido nos últimos dez meses, com capacidade para 15 mil pessoas e um novo palco, o Simonne Mathieu, com 5.000 lugares.