Festival «L'Agosto» promove hoje quatro concertos no Museu Alberto Sampaio

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A entrada para todos os concertos é livre

A primeira edição do festival urbano «L'Agosto» prossegue esta sexta-feira, com quatro concertos no Museu Alberto Sampaio. Ao longo de três dias, o certame propõe uma viagem musical em torno dos diferentes espectros da música urbana, world music, eletrónica e rock.

No segundo dia, o espaço do museu vimaranense vai receber o carrossel rockeiro dos «RATERE», a ruralidade psicadélica dos «Ganso», as incursões de post-punk psicadélico dos «10 000 Russos» e a super-banda «Riding Pânico».

«L'agosto» é um acontecimento de confronto imediato com o público num dos locais mais icónicos da cidade de Guimarães, onde ganha a diversidade musical e cultural. O festival conta com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães e do Museu Alberto Sampaio e é organizado pela Elephante MUSIK e Estúdio Lobo Mau. A entrada para todos os concertos é livre.

«RATERE» | A partir das 21 horas
É agitado este carrossel sonoro dos «RATERE», condensando a mecânica do krautrock, a doutrina da eletrónica de pendor analógico, o indie-rock, postrock, punk e psicadelismo em camuflagens que mudam música a música. A Guimarães trazem POTA e um mar imenso de eletricidade e metamorfoses.

«Ganso» | A partir das 22 horas
Os «Ganso» são uma banda de rock, mas não só. Na ruralidade da sua identidade, inspirada na herança de um tal José Cid, cruzam referências lo-fi, psicadelismo e banda desenhada.

«10 000 russos»| A partir das 23 horas
Os «10 000 russos» andam, há um par de anos, a testar os nossos limites. Navegando algures entre as fronteiras do post-punk e do psych rock, a banda (que na realidade é trio) tem vestido capas de feitiçaria xamânica, reorganizando o espectro sonoro dos noise num ritual hipnótico que esmiuça o drone, a distorção e o psicadelismo.

«Riding Pânico» | A partir da meia-noite
A música dos «Riding Pânico», esse supergrupo ao inverso, não é arbitrária ou volátil, e sim a fusão da velocidade de uma faísca com a vontade elétrica de ser. Tudo em nome de um espírito indecifrável, de um rock que, antes de ser outra coisa qualquer, é português.