Um terço dos jovens diz ter mais qualificações do que o necessário para o trabalho que ocupa

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Entre os jovens empregados, mais de metade considera ter as qualificações escolares adequadas para as funções que ocupa no seu trabalho, mas há ainda uma grande franja – um terço – que diz existir algum desajustamento por ter qualificações superiores às necessárias, estima o Instituto Nacional de Estatística (INE) num estudo publicado na passada sexta-feira.

A análise, centrada na situação dos jovens no mercado de trabalho, é assinada pelo técnico de estatística Célio Oliveira, com base num inquérito realizado em conjunto com os dados do emprego do segundo trimestre.

Como população jovem foram considerados os cidadãos dos 15 aos 34 anos. Ponto de partida: entre as 2284 mil pessoas desta faixa etária, mais de metade estavam empregadas, 9,9% estavam desempregadas e 38,5% eram inativas.