“Continua a verificar-se um crescimento gradual das cirurgias de ambulatório”

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Nos primeiros seis meses deste ano os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) realizaram mais de 167 mil cirurgias de ambulatório, intervenções feitas sem necessidade de internamento. São mais 2388 em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) a que o DN teve acesso. Esta tem sido uma das áreas que o Ministério da Saúde mais tem apostado. Por um lado implica menos custos para as instituições, já que há recurso a menos camas hospitalares, e por outro tem a vantagem de expor o doente a menos riscos de infeção e permite recuperações mais rápidas.

“Continua a verificar-se um crescimento gradual das cirurgias de ambulatório, sendo que 58,4% das intervenções realizadas neste período ocorreram neste regime, quando em igual período de 2014 esta percentagem ascendia a 57,7%”, refere a nota do resumo da atividade assistencial dos primeiros seis meses do ano, que compara com o período homólogo. Em sentido inverso estão as cirurgias convencionais, como seria de esperar. Olhando para o retrato global, o número de operações programadas (casos não urgentes, em que é possível marcar a operação) mantém-se praticamente inalterado, com um ligeiro acréscimo de mais 563 cirurgias.