Morre-se mais nos rios e nos lagos portugueses do que no mar

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Desde o início da época balnear morreram oito pessoas afogadas nas águas dos pequenos rios e lagos espalhados pelo país. A mais recente morte ocorreu na segunda-feira, em Mirandela, no rio Tua.

Um homem de 43 anos foi visto a entrar vestido na água por um casal de turistas, junto à esplanada Flor de Sal, e nunca mais deu sinal de vida. O corpo foi resgatado pelos dois nadadores-salvadores afetos à praia fluvial concessionada a alguns metros a montante do local. No domingo, em Padronelo, Amarante, morreu um jovem de 15 anos.

Já o mar e os grandes rios internacionais contabilizam duas mortes, segundo o comandante Nuno Leitão, porta-voz do Instituto de Socorros a Náufragos. Ou seja, quatro vezes menos.