Comando de Braga da Polícia de Segurança Pública celebrou o 141.º aniversário (vídeo)

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No Paço dos Duques de Bragança

O Comando de Braga da Polícia de Segurança Pública celebrou o 141.º aniversário, este ano, em Guimarães, com o comandante distrital, superintendente Pedro Teles, a apontar as deficiências extremas, caracterizadas por uma profunda falta de condições a todos os níveis das instalações, em especial na sede do Comando e nas esquadras aí sedeadas.

O comandante distrital da PSP reconheceu saber que se está a trabalhar nesse sentido, mas realçou a extrema necessidade de sensibilizar os vários níveis do poder para as exigências que em termos policiais se continuam a colocar e para a correspondente necessidade de dotar este Comando com condições para poder responder bem aos desafios que terá de enfrentar.

O superintendente Pedro Teles quer acreditar que a Lei de Programação de Investimentos em Infra-estruturas nas Forças e Serviços de Segurança tão propalada pelo Ministério da Administração Interna vai ajudar a resolver não só os problemas sentido não só ao nível do edificado, mas também em termos de carências em equipamentos de ordem pública, viaturas e outro equipamento técnico.

O comandante nacional da PSP, superintendente-chefe Luís Farinha, admite os constrangimentos existentes que são bem conhecidos da Direcção Nacional, mas aponta que são transversais a todo o dispositivo e até aponta que há comandos substancialmente piores que o de Braga.

O comandante nacional assume, no entanto, que o reforço da valorização humana e técnica do efectivo da PSP continuará a ser uma questão estratégica.

Mas para o comandante, a maior urgência do Comando Distrital de Braga poderá colocar-se em breve ao nível dos recursos humanos. Assumindo que é um dos comandos mais envelhecidos do país, com uma média etária de 47,03 anos, prevê-se que entre este ano e os próximos dois passem à pré-aposentação e aposentação 24,5 por cento do seu já curto efectivo.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, apontou a importância da PSP operar nas melhores condições e com mais meios técnicos, mas realçou a necessidade de envolvência da comunidade a começar pelas escolas em nome de uma cultura de proximidade.

 

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