Guimarães associa-se ao “Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância”

  • Publicado em Sociedade
Durante o mês de abril

Abril é assinalado como o "Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância". A Câmara Municipal de Guimarães, através da Divisão de Ação Social, e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Guimarães (CPCJ) promovem um conjunto de iniciativas com o objetivo de sensibilizar a população e prevenir os maus-tratos às crianças, apelando à participação de todos nas atividades programadas no prosseguimento da Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon).

No dia 24 de abril, o Presidente da Câmara, Domingos Bragança, irá marcar presença no Agrupamento de Escolas de São Torcato, assinalando a associação de Guimarães a esta campanha, seguindo-se a formação de um cordão humano com todos os alunos pertencentes ao agrupamento. 

Entretanto, foi elaborado um programa com várias iniciativas como a divulgação do slogan e imagem alusivos ao mês de prevenção dos maus-tratos na infância, "Eu não Maltrato, Eu Abraço". A Câmara Municipal de Guimarães lança um apelo à comunidade Vimaranense para a colocação de uma fita azul na antena ou espelhos dos carros, em homenagem às crianças vítimas de maus-tratos. O Município e CPCJ darão esse exemplo, colocando fitas azuis nos seus carros.

Está previsto ainda uma ação "STOP aos Maus-tratos", na Praça da Mumadona, em colaboração com o Agrupamento de Escolas Prof. João de Meira e a PSP, com a entrega a automobilistas de uma fita azul explicando-se o propósito da campanha.

Durante o mês de abril, serão colocados laços azuis nas fachadas dos edifícios públicos e privados, criados pelas Escolas e IPSS's do concelho. Serão ainda distribuídos laços e pulseiras nas escolas e público em geral, bem como, panfletos e cartazes informativos, que podem ser consultados no site da Câmara Municipal de Guimarães.

A Campanha do Laço Azul surgiu em 1989 nos Estados Unidos, quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do carro "para fazer com que as pessoas se questionassem" e "para que o azul funcionasse como um constante alerta para lutar pela proteção das crianças", depois dos netos terem sofrido maus-tratos horrendos.