Casamento da música erudita com o património edificado no “Guimarães Allegro” (vídeo)

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De 12 a 14 de julho

A 3ª edição do “Guimarães Allegro” decorre entre os dias 12 e 14 de julho nas principais praças e ruas do Centro Histórico, com destaque para a atuação da Fanfarra Káustika, numa fusão de estilos com a World Music que caracteriza a sonoridade da banda, e que se revela como a principal novidade num programa que visa “a consolidação de conceitos” e o “aumento da qualidade”. Esta foi a ideia apresentada pela direção artística, representada por Domingos Castro e Vítor Matos, na conferência de imprensa que decorreu esta terça-feira, 3 de julho.

O “Guimarães Allegro” é mais uma aposta cultural da Câmara Municipal de Guimarães num programa que se distingue pela “diversidade” e neste caso “a música erudita cruza o espaço público e casa na perfeição com o património edificado”, apontou Adelina Pinto.

Esta Festa da Música Erudita pretende dar, no espaço público, o usufruto de um estilo musical normalmente restringido a espaços fechados e formais, dando ao vimaranense a oportunidade de contactar de forma festiva e informal com a música clássica.

A vice-presidente e Vereadora da Cultura destacou, uma vez mais, a envolvência das associações e instituições vimaranenses nas iniciativas culturais como a Banda Musical de Caldas das Taipas, Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos, Banda Sociedade Musical de Pevidém, Orfeão CCD Coelima, Associação do Grupo Coral de Pevidém, Orfeão de Guimarães, Confraria Alma do Povo, Grupo Coral de Ponte, Grupo Coral de Azurém e Jovens Cantores de Guimarães.

“Uma das lógicas deste evento é dar palco a quem é de Guimarães e permitir que enriqueçam através destas experiências, num circuito de crescimento. Queremos que as nossas associações e instituições estejam envolvidas nestes eventos e, ao mesmo tempo, aproveitam para crescer e desenvolver”, salientou Adelina Pinto.

A ligação entre “o amadorismo e o profissionalismo”, segundo Vítor Matos, faz com que o festival do “Guimarães Allegro” seja algo “inédito” nesta vertente da música erudita. Por isso, Guimarães volta a marcar a diferença na aposta cultural.

 

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