Estudo. Mais de 160 empresas recorreram ao «lay-off» em 2017

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O número de empresas com suspensão temporária de contratos de trabalho («lay-off») no ano passado totalizou 161, mantendo a tendência de decréscimo dos últimos anos. Este número representa quase um quarto do valor registado cinco anos antes.

O sumário executivo do Relatório sobre Emprego e Formação, do Centro de Relações Laborais (CRL), cita dados estatísticos disponibilizados pelo Instituto de Segurança Social para referir que 161 entidades empregadoras estiveram em situação de «lay-off», no decurso de 2017, acentuando o decréscimo iniciado em 2014.

Isto depois de, em 2012 e 2013, se terem registado os valores mais elevados da década, anos em que 550 e 547 empresas, respetivamente, recorreram à suspensão temporária dos contratos de trabalho.

O estudo salienta ainda que em 2017 foram comunicados ao Ministério do Trabalho 396 processos de despedimento coletivo, que abrangeram um total de cerca de 3,5 mil trabalhadores.

Em relação a 2016, o ano passado registou um decréscimo na ordem dos 6%, o que correspondeu a menos 25 processos de despedimento coletivo comunicados.