Mais pobres continuam com menos acesso a saúde oral e medicamentos

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Tendo por base dados de 2014 e 2015, o observatório indica que as “barreiras no acesso aos cuidados de saúde permanecem relevantes em Portugal”, sendo muito marcadas por fatores socioeconómicos.

Na área da saúde oral e da saúde mental, o relatório aponta para "limitações fortes no acesso” que afetam “de forma desproporcional os mais pobres”.

“Essa é uma situação crónica do nosso sistema de saúde. As pessoas com menos recursos cada vez têm mais dificuldades de acesso”, comentou em declarações à agência Lusa Aranda da Silva, porta-voz da coordenação deste relatório do Observatório.